Reforma administrativa segue a receita para ser um grande fiasco

Diário do Poder          11/03/2020
Reforma será definida pela elite de servidores que influencia posição de parlamentares, ministros de Estado e do Supremo
Apontada como solução para todos os males, a Reforma Administrativa do governo será apenas a “Reforma Não Mexa no Meu”, que adiará os próprios efeitos por décadas, talvez meio século, a fim de preservar as vantagens e mordomias que deveria extinguir. A rigor, a reforma será definida pela elite de servidores que influencia a posição de ministros de Estado, de parlamentares e de ministros do Supremo. A bola de ferro no calcanhar do Brasil continuará: ninguém abre mão de regalias. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Bolsonaro afagou os ouvidos até da pelegada que se opõe a ele: a reforma só vai afetar quem ainda não ingressou no serviço público.
Os “direitos adquiridos” serão alegados para manter auxílios moradia, babá, paletó, gasolina, avião, alimentação… O País que se exploda.
Empacou a versão inicial da reforma do ministro Paulo Guedes porque era o que precisa ser feito. Quase provocou infarto coletivo no Planalto.
O projeto de reforma empacou porque Paulo Guedes se recusa a participar do esforço de construir montanha para parir um rato.

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